Hoje é o DIA MUNDIAL ANTI TABACO apesar de ter havido uma diminuição no
número de fumantes adultos, observa-se novas estratégias da indústria do
cigarro para atrair o público jovem (cores, cheiros e sabores diferentes), que
além de disseminar entre os pares tem um grande potencial de consumo. Estas
modificações só disfarçam os efeitos, mas agravam os efeitos colaterais. Quem fuma
tem a pele opaca, mais flácida e com rugas mais profundas, principalmente ao
redor dos olhos e dos lábios. Causa problemas circulatórios, aumenta a
incidência de vários tipos de câncer e segundo a Organização Mundial de Saúde
(OMS) é a segunda causa de morte mais freqüente.
Tabagismo e a mulher.
A mulher historicamente começou a fumar
depois que o homem e no século XX teve um aumento considerável de mulheres
fumantes.
O uso do tabaco potencializa os
riscos, por exemplo, das associações entre doenças cardiocerebrovasculares e a
contracepção hormonal e, nas patologias tradicionais, as relacionadas à
gravidez e ao parto.
As principais causas de morte na
população feminina hoje são:
1º) as cardiovasculares (infarto
agudo do miocárdio e acidente vascular encefálico);
2º) as neoplasias – mama, pulmão e
colo de útero;
3º) as doenças respiratórias.
As três causas podem estar
relacionadas ao tabagismo, sendo que o câncer de pulmão já ultrapassou o de
mama em vários países.
No site do Instituto Nacional de Câncer
encontramos:
Dados sobre o impacto do tabagismo para a saúde da mulher fumanteImpacto do
tabagismo na saúde da mulher
1. O risco de infarto do miocárdio, embolia pulmonar e tromboflebite em
mulheres jovens que usam anticoncepcionais orais e fumam chega a ser 10 vezes
maior que o das que não fumam e usam este método de controle da natalidade.
2. Mulheres fumantes de dois ou mais maços de cigarros por dia têm 20 vezes
mais chances de morrer de câncer de pulmão do que mulheres que não fumam.
3. As mulheres têm risco maior de ter câncer de pulmão com exposições menores
do que os homens. Adenocarcinomas ocorrem mais em mulheres fumantes do que em
homens, e estão associados ao modo diferenciado de fumar (inalação profunda) e
ou produtos voltados para a mulher.
4. Calcula-se que o tabagismo seja responsável por 40% dos óbitos nas mulheres
com menos de 65 anos e por 10% das mortes por doença coronariana nas mulheres
com mais de 65 anos.
5. Mulheres fumantes que não usam métodos contraceptivos hormonais reduzem a
taxa de fertilidade de 75% para 57%, devido ao efeito causado pelas taxas de
concentração de nicotina no ovário.
6. As fumantes que fazem uso de contraceptivos orais apresentam risco para
doenças do sistema circulatório, aumentando em 39% as chances de desenvolver
doenças coronarianas e 22 % a de acidentes vasculares cerebrais.
7. Fumar durante a gravidez traz sérios riscos. Abortos espontâneos,
nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos,
complicações com a placenta e episódios de hemorragia (sangramento) ocorrem
mais frequentemente quando a grávida é fumante. Tais problemas se devem,
principalmente, aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina exercidos
sobre o feto, após a absorção pelo organismo materno.
8. Entre as mulheres que convivem com fumantes, principalmente seus maridos, há
um risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão em relação àquelas cujos
maridos não fumam.
9. Uma vez abandonado o cigarro, o risco de doença cardíaca começa a decair.
Após 1 ano, o risco reduz à metade, e após 10 anos atinge o mesmo nível
daqueles que nunca fumaram.
Assim vamos repensar e tomar atitudes
para mudar esta realidade... PENSEM NISSO !!!!
http://www.inca.gov.br/tabagismo/frameset.asp?item=jovem&link=namira.htm