Novembro está chegando ao fim e podemos dizer que o ano está terminando, pois dezembro é um mes atípico, pensamos em festas em presentes e quando vemos acabou. É época de refletir fazer balanço de 2013, o que eu fiz? o que eu deixei de fazer? o que eu espero fazer em 2014? como está minha saúde? eu me cuidei? fiz meu check-up? controlei minha dieta? e aquela decisão que tinha tomado em 2012? onde ficou?????? Enfim época de reflexão, de reavaliar nossos caminhos.
Estava lendo um livro em que dizia que nossos fazeres para tornarem-se rotinas precisam de repetições de 28 dias quando então estes fazeres tornam-se hábitos. Faltam 32 dias para 2014 ou seja dá para criarmos novos hábitos antes da mudança do ano. Quem sabe? quanta coisa dá para fazer em 32 dias? Aquela dieta? aquela economia? ou mesmo aquela compra? aquela arrumação? aquela reforma? enfim... não vamos deixar para 2014 quem sabe começamos ainda neste finalzinho de ano aquelas idéias que ficaram para trás?
Aproveitemos o final para refletir e definir nossas prioridades e começar a criar novos hábitos e deixar para trás aqueles nocivos a nossa vida, a nossa saúde e quiça ao nosso bolso.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
domingo, 27 de outubro de 2013
Outubro está chegando ao fim, você já fez sua prevenção?
Li um dia: “ver precede as palavras, a criança olha e reconhece antes mesmo de poder falar” A maneira como vemos as coisas é afetada pelo que sabemos ou pelo que acreditamos e ao explicarmos com palavras, nem sempre elas correspondem ao que vemos. Percebam como é complexo nosso modo de ver, sentir ou expressar....
Porque tudo isso??? Estamos encerrando o mês de outubro que foi o mês da campanha “Outubro rosa”, que é uma campanha que envolve várias entidades, no mês de outubro, dirigida as mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. O movimento começou em 1990 em Nova York, depois se estendeu a outros lugares e agora vemos ao nosso redor.
Agora eu pergunto: você já fez seu exame de prevenção este ano? Fez? Maravilha, parabéns. O resultado não deu nada? Beleza, o ano que vem repetir. O resultado apresentou alguma lesão suspeita? Vamos lá... Encarar e tocar em frente o tratamento, pois para isso foi feito o exame, para diagnosticar precocemente e assim poder iniciar o tratamento o mais cedo possível.
O que tem isso a ver com o inicio? Se você acreditar que o exame dói, é incomodo e não o fizer? Só será pior. Se você for daquelas que diz: quem procura acha? Você acha que se não fizer o exame vai deixar de ter alguma coisa que teria tendência a ter?
Vejam bem: não fazer os exames não vai eliminar a possibilidade de ter as doenças, nem de facilitar a resolução de qualquer doença, por mais que você tenha medo, ou que acredite que não adianta nada, raciocine, deixe suas emoções de lado e analise com lógica: o que é melhor diagnosticar e tratar um problema logo que ele se instala? Ou esperar que ele tenha crescido e a dificuldade aumentada?
Dificuldade de pensar: vamos estabelecer comparativos que não tem nada a ver., mas que podem ajudar: você está dirigindo seu carro e nota que o freio não está respondendo direito, o que você faz vai ao mecânico e resolve ou espera bater em alguma outra coisa para depois verificar seu carro? Perceberam? Tudo será bem mais complicado depois que o freio falhar... Assim a nossa máquina (nosso corpo) antes que comece a falhar é bom prevenir... Isso vale para as mamas, o coração e tudo o mais...
Assim não espere mais: se você ainda não fez seus exames preventivos aproveite o momento e vá lá!!!!!
domingo, 8 de setembro de 2013
Filmes, época , diferenças culturais
Seguindo a indicação de uma ex- paciente (grande amiga), que mesmo a distância lembrou de mim, vi um filme " Histeria". Achei muito legal, divertido e imaginando um ginecologista atual comparando com o antigo... HILÁRIO!! sem dúvida o atual seria preso e as pacientes processariam.... Naquela época mulher não tinha vez no prazer, na vida profissional e cultural.
Muito engraçado ver o enfoque da patologia HISTERIA como era vista na época, comparando com o momento atual e como era vista enquanto eu era estudante de medicina. . E o tipo de tratamento sem dúvida se aplicado na atualidade ... valeria no mínimo alguns anos de cadeia.
Com o tempo e com a emancipação feminina a concepção da patologia mudou e foram observados vários ângulos relacionando com a sexualidade e com a ordem social. Atualmente as mulheres podem fazer pleno uso de sua sexualidade, assim como das habilidades intelectuais e culturais atuando de forma livre e independente.
Se observarmos outros ícones seja do Cinema ou da TV como o seriado “Sex and the city” (que depois originou os filmes do mesmo nome) em que se observam quatro amigas bem sucedidas profissionalmente e de aspecto físico bem considerado, que no dia a dia não se encontram do ponto de vista de relacionamento.
Outro aspecto observado atualmente é a cultura do “corpo” que seja perfeito, desejável e fonte de admiração. O que manda é a aparência e não o sentido (o ser)... servindo então como fonte de frustrações ( não consigo nada porque não tenho um corpo belo??? Ou tenho a admiração porque sou bela!!!).
Então as frustrações atuais diferenciam-se das antigas, mas podem também levar a patologias psicológicas, só que agora não mais como privilégio feminino (embora ainda predominem na mulher), mas também nos homens, pois tem que conviver com cobranças inclusive de desempenho profissional, intelectual, físico e sexual. Enfim as insatisfações continuam, só que com um aspecto diferente do descrito no filme objeto deste post “Histeria”.
"Histeria (do francês hystérie e este, do grego ὑστέρα, "matriz"). O termo tem origem no termo médico grego hysterikos, que se referia a uma suposta condição médica peculiar a mulheres, causada por perturbações no útero, hystera em grego. O termo histeria foi utilizado por Hipócrates, que pensava que a causa da histeria fosse um movimento irregular de sangue do útero para o cérebro. Segundo a Psicanálise é uma neurose complexa caracterizada pela instabilidade emocional. Os conflitos interiores manifestam-se em sintomas físicos, como por exemplo, paralisia, cegueira, surdez, etc. Pessoas histéricas frequentemente perdem o autocontrole devido a um pânico extremo. Foi intensamente estudada por Charcot e Freud. (Wikipédia)"
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Disfunção sexual uma visão de fisioterapeuta
Disfunções
sexuais
Recebi a visita de duas fisioterapeutas, Camila da Silva Silveira e Tuany Oliveira Silveira que estão
trabalhando com fisioterapia pélvica e
são especializadas nesta área pela
Associação Brasileira de Fisioterapia Pélvica. Então pensei, que seria bom se minhas amigas leitoras deste blog tivessem informação a respeito, assim solicitei que escrevessem algumas informações
para as leitoras de meu Blog.
Você sabia
que grande parte das mulheres sofre de algum problema relacionado com a relação
sexual e que a maioria destas desconhece os tipos de tratamento.
Abaixo
estão listadas algumas destas disfunções:
- Dispareunia (dor durante a relação);
- Diminuição das sensações vaginais;
- Dificuldade em atingir orgasmo.
Existem
várias causas para as disfunções sexuais, dentre elas estão: fraqueza da
musculatura do assoalho pélvico e congestão vaginal (diminuição do fluxo
sanguíneo).
A
fisioterapia exerce um papel importante nos distúrbios sexuais femininos,
principalmente relacionadas à dispareunia (dor na relação sexual) e no
desempenho sexual. Muitas destas desordens interferem na musculatura do
assoalho pélvico.
Além do
mais, os tratamentos para as disfunções sexuais necessitam de uma equipe
interdisciplinar, ou seja, sexólogos, ginecologistas, psiquiatras, psicólogos, urologistas,
endocrinologistas entre outros são imprescindíveis para um bom resultado. O
tratamento na área da fisioterapia consiste basicamente em conscientização
corporal, reeducação da musculatura do assoalho pélvico através de algumas
técnicas como:
- Biofeedback;
- Cones Vaginais;
- Eletroestimulação;
- Conscientização corporal;
- Técnicas comportamentais;
- Treinamento funcional do assoalho pélvico.
Essas
técnicas podem não só resolver suas disfunções sexuais com também melhorar seu
desempenho sexual, pois as técnicas aumentam a vascularização, normalizam o
tônus vascular, melhoram a propriocepção da musculatura do soalho pélvico.
Os
exercícios são indicados principalmente para quem deseja aumentar o desejo sexual,
a excitação e atingir o orgasmo, já que os exercícios fortalecem os músculos
que participam da atividade sexual.
Informe-se
sobre a Fisioterapia Pélvica com seu médico ou com seu fisioterapeuta.
sábado, 27 de julho de 2013
Você pensa que camisinha é novidade???
Não é não.
O ser humano procura por métodos contraceptivos
desde tempos remotos, por exemplo, Hipócrates (460- 377 a.C) dizia que a semente
da cenoura selvagem era capaz de prevenir a gravidez e Aristóteles menciona o
uso da Mentha pulegium em 421 a.C. o uso de plantas parece ter sido difundido
no Mediterrâneo tendo sido mencionado por Políbio no século II a. C quando
sugeriu que as famílias gregas estavam limitando-se a ter um ou dois filhos.
A anticoncepção masculina também era
prática na antiguidade. No século I a.C. Dioscórides afirmava que tomar
extratos da planta Lonicera periclymenum (variedade da madressilva) durante 36
dias poderia causar a esterilidade masculina
Também conhecido como camisinha, o
preservativo é um método de barreira e é um dos métodos mais usado, pois é o
único que, além de ser anticonceptivo, previne as doenças sexualmente
transmissíveis. Claro que não podemos esquecer da camisinha feminina que também
previne, mas seu custo é maior.
Como se sabe a camisinha é antiga e
atribui-se aos gregos o uso de bexigas natatórias de peixes, o uso feminino de
bexiga de animais e na idade média o uso
de linho envoltório na confecção do preservativo, já os chineses usavam papel
de seda.
Contam também que em 1564 o anatomista
italiano Falópio (que estudou o aparelho reprodutor feminino e deu nome as trompas) desenvolveu os preservativos de linho, que
quando mergulhados em uma solução salina criavam uma barreira protetora durante
o ato sexual, quando se aprofundou no estudo da Sífilis.Isto foi comprovado por
ele em uma pesquisa envolvendo 1100 homens que não adquiriram a sifilis.
No século XVII foi criado o Condom cujo nome vem de seu
criador um médico ingles que criou preservativo feito de tripa de animais para
o rei Carlos II da Inglaterra, esse método foi desenvolvido depois por um
artesão com intestino de carneiro e a partir de 1780 foi fabricado emescala
industrial. Sómente em 1870 surgiram os de borracha natural , mas ainda eram incomodos
e em 1930 os americanos inventarm o de latex que em 1960 popularizou-se. Com o
advento dos Anticoncepcionais hormonais caiu o uso dos preservativos, mas com a
AIDS foi reabilitado.
Atualmente é feito de látex ou poliuretano e pode
vir lubrificado ou não. Existem de várias cores, aromas e tamanhos.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Uso de camisinha e internet
Muitos jovens acham que não
precisam usar camisinha em um relacionamento estável pensando que a fidelidade
está garantida e que não correm risco de infecção. Esquecem que na maioria das
vezes as pessoas infectadas não apresentam sinais da doença e por isso parecem “acima
de qualquer suspeita” e que, portanto podem ser transmissores. Segundo trabalho repassado a Agencia Brasil muitos
não acham que precisam usar a camisinha e se fosse solicitado o uso pelo
parceiro desconfiariam da sua fidelidade. “Os dados
mostram que falta aos jovens brasileiros o conhecimento de algumas informações
básicas, já que um em cada cinco acredita ser possível contrair o HIV
utilizando os mesmos talheres ou copos de outras pessoas e 15% pensam que
enfermidades como malária, dengue, hanseníase ou tuberculose são tipos de DST” .
Assim achei que devia abordar novamente e mais vezes o tema. Foi percebido
também que “os jovens
menos vulneráveis são aqueles que conversam com os pais sobre sexualidade e que
têm maior escolaridade”.
Devido aos altos números, “Atualmente,
entre 490 mil e 530 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Dessas, 135 mil não
sabem que têm o vírus. A incidência da aids no país, em 2011, chegou a 20,2
casos para cada 100 mil habitantes. No ano passado, foram registrados 38,8 mil
novos casos da doença – a maioria nos grandes centros urbanos”, devemos
incentivar o assunto e como a internet é um meio de grande alcance ... vamos lá
...
Então o próximo post será sobre
este equipamento de grande valia na prevenção de gravidez e DST...
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Pais e filhos: presença ou presentes????
Pais e filhos
Um dia li que “O único amor
incondicional que existe é entre pais e filhos” não lembro onde, mas hoje às
vezes penso que não é assim, muitos pais não tem este amor pelos filhos e
vice-versa. Sempre encontramos pais que não assumem responsabilidades, contudo hoje
os filhos com pais presentes que cuidam e zelam pelos filhos está cada vez
menor. Cada vez mais observamos pais que vivem em busca de um materialismo
esquecendo que as pessoas não se medem pelo que tem e sim pelo que são e ao
serem pessoas consumistas sempre valorizando os bens materiais acabam por serem
exemplos para os filhos e criando-os materialistas. Os pais, às vezes, compram o
amor dos filhos e não enxergam que carinho dos filhos não se compra, ao dar
carinho para seu filho, fazer-se presente e negar alguns bens de consumo pode
se mostrar mais amor e conquistar mais seus corações.
A grande vantagem do ser humano é o
“livre arbítrio” a nossa capacidade de escolher entre uma coisa e outra é que
nos faz livres, e como adquirimos esta qualidade? Através dos limites e
frustrações que a vida nos reserva. Se os pais dão tudo aos filhos como eles
vão aprender a escolher? Assim é muito importante que criemos nossos filhos com
carinho, com limites e ensinado que nem tudo é possível.
Não quero parecer que sou saudosista
e que acho que tudo de antigamente era certo, mas os pais não tinham medo de
agir como pais, mesmo que às vezes cometessem excessos por seu comando e
energia, nem tanto a um nem tanto a outro, nem tão rígidos, nem tão permissivos,
é necessário que desempenhemos nosso papel, pois somos os modelos de nossos
filhos. Mas é sempre mais fácil corrigir um excesso do que superar uma
ausência. Alguém pode mudar um modelo pobre ou insuficiente. Muito mais grave é
não ter modelo.
Pensemos nisso ...
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