Desejo a todos um Natal de PAZ, AMOR, SAÚDE, Não esqueçam o verdadeiro significado do NATAL!!!!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Síndrome do Ovário Policístico
A Síndrome do Ovário Policístico tem sido muito diagnosticada com a melhora da imagem de Ultrassonografia, mas nem sempre apresenta as alterações hormonais que a caracterizam, mas devido a sua freqüência tem sido solicitado pelas minhas pacientes que esclareça o que ocorre.
É difícil esclarecer algo que ainda não tem sua causa bem definida, mas podemos descrevê-la pelas alterações que apresenta.
Primeiro queremos esclarecer o que é Síndrome – é o conjunto de sinais e sintomas que caracterizam algum quadro, no caso a Síndrome do Ovário Policístico (SOP).
A SOP é caracterizada por sinais de hiperandrogenismo e disfunção ovariana os quais podem ser mais ou menos intensos e presença de ovários policísticos ao ultrassom.
Para se diagnosticar a síndrome é necessário o achado de Ovários policísticos ao ultrassom associado a presença de sinais de hiperandrogenismo (ao exame clínico ou laboratorial)por exemplo acne, aumento de pelos, anovulação (falta de ovulação) ou deficiência desta, que irão repercutir com alterações do ciclo menstrual.
Entre as alterações hormonais podemos encontrar resistência a insulina (dificuldade na queima da glicose sanguínea) e com isto tendência ao diabete, por isso devem ser avaliadas procurando outra síndrome - a Metabólica, para prevenirmos alterações vasculares, cardiovasculares, hipertensão etc.. Podemos encontrar também obesidade.
Em meio aos sintomas podemos observar:
· Irregularidade menstrual podendo variar entre atrasos ou ausência menstrual (amenorréia).
· Dificuldade em engravidar.
· Acne, pele oleosa e aumento de pelos
· Aumento de peso, inclusive a dieta pode melhorar a síndrome.
O diagnóstico é feito pela história clínica, com dosagens hormonais e com o achado de muito cistos ovarianos no ultrassom
O Tratamento vai depender da expectativa da paciente, se não desejar a gravidez será indicado anticoncepcionais orais se a gravidez for almejada será a indução da ovulação, mas na devemos esquecer que como síndrome outros aspectos devem ser considerados entre eles a dieta e exercícios físicos .
Links de interesse sobre o assunto:
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
DISMENORRÉIA PRIMÁRIA (Cólica Menstrual)
Dismenorréia é a cólica menstrual, que na verdade é uma dor cíclica associada aos ciclos ovulatórios sem outras alterações. Caracteriza-se por ter inicio logo após a menarca (alguns meses ou até 2 anos após), Acredita-se que a dor ocorra por contrações uterinas, gerando as conhecidas cólicas provavelmente provocadas pelas prostaglandinas; assim a dismenorréia primária está quase sempre associada aos ciclos ovulatórios.
Os fatores que possibilitam ou favorecem o aparecimento das cólicas podem ser desde uma passagem de tecidos através da colo, um orificio cervical estreito, um útero mal posicionado, como também uma vida sedentária onde a falta de exercíciosestá presente e nas jovens em que se percebe uma ansiedade acerca do fluxo menstrual exacerbada. Geralmente, começa durante a adolescência e tende a diminuir com a idade e depois de uma gravidez. O legítimo quando crescer sara ou quando casar passa...
Quando a dismenorréia aparece depois de um tempo considera-se Adquirida ou Secundária. e geralmente é causada por uma patologia demonstrável. Entre as causas temos: a endometriose; uma adenomiose , ou secundário a uma conização, criocauterização ou termocauterização; um pólipo endometrial também pode causar uma dor semelhante à cãibra. A doença inflamatória pélvica tambeém deve ser incluída no diagnóstico diferencial. Algumas vezes, não se consegue encontrar uma causa.
Sintomas e sinais
A dor é na maior parte das vezes semelhante a uma cólica ou cãibra, mas pode ser uma dor enjoada e constante e se irradiar para as costas ou pernas. Caracteriza-se por começar antes ou junto com a menstruação, pode atingir o máximo em 24h e na maioria das vezes diminui depois de 2 dias. Pode vir acompanhada de dor de cabeça, enjoos, e ateração do hábito intestinal. As vezes os sintomas da TPM (ver postagem anterior) podem permanecer durante a menstruação.
Tratamento
Deve incluir um acompanhamento psicológico ou simplesmente medidas que tranquilizem a jovem de que a cólica pode ser normal. Muitas não necessitam de tratamento medicamentoso, mas quando elas forem fortes e prejudicarem o dia a dia deve procurar seu ginecologista para indicar o medicamento adequado. Um tratamento pode ser mais eficaz se for começar 1 ou 2 dias antes e terminar 1 ou 2 dias após a mesntruação. Se a dor persistir deve-se pensar nos anticoncpcionais orais. Repouso, sono e exercícios regulares podem ajudar.
fonte: Manual Merck
Os fatores que possibilitam ou favorecem o aparecimento das cólicas podem ser desde uma passagem de tecidos através da colo, um orificio cervical estreito, um útero mal posicionado, como também uma vida sedentária onde a falta de exercíciosestá presente e nas jovens em que se percebe uma ansiedade acerca do fluxo menstrual exacerbada. Geralmente, começa durante a adolescência e tende a diminuir com a idade e depois de uma gravidez. O legítimo quando crescer sara ou quando casar passa...
Quando a dismenorréia aparece depois de um tempo considera-se Adquirida ou Secundária. e geralmente é causada por uma patologia demonstrável. Entre as causas temos: a endometriose; uma adenomiose , ou secundário a uma conização, criocauterização ou termocauterização; um pólipo endometrial também pode causar uma dor semelhante à cãibra. A doença inflamatória pélvica tambeém deve ser incluída no diagnóstico diferencial. Algumas vezes, não se consegue encontrar uma causa.
Sintomas e sinais
A dor é na maior parte das vezes semelhante a uma cólica ou cãibra, mas pode ser uma dor enjoada e constante e se irradiar para as costas ou pernas. Caracteriza-se por começar antes ou junto com a menstruação, pode atingir o máximo em 24h e na maioria das vezes diminui depois de 2 dias. Pode vir acompanhada de dor de cabeça, enjoos, e ateração do hábito intestinal. As vezes os sintomas da TPM (ver postagem anterior) podem permanecer durante a menstruação.
Tratamento
Deve incluir um acompanhamento psicológico ou simplesmente medidas que tranquilizem a jovem de que a cólica pode ser normal. Muitas não necessitam de tratamento medicamentoso, mas quando elas forem fortes e prejudicarem o dia a dia deve procurar seu ginecologista para indicar o medicamento adequado. Um tratamento pode ser mais eficaz se for começar 1 ou 2 dias antes e terminar 1 ou 2 dias após a mesntruação. Se a dor persistir deve-se pensar nos anticoncpcionais orais. Repouso, sono e exercícios regulares podem ajudar.
fonte: Manual Merck
domingo, 19 de junho de 2011
Climatério continuação...
Bem dando continuidade ao tema, temos optado por ir abordando em etapas para evitar de nos tornarmos cansativos e queremos reforçar que gostaríamos que colocassem comentários para que não deixemos dúvidas ...

Devemos recordar o ciclo menstrual ver a outra postagem e lembrar que com a época da aposentadoria do ovário temos alterações neste ciclo que vão desde a irregularidade menstrual até a total ausência de menstruação. As alterações hormonais do Climatério variam da diminuição apenas de Progesterona na primeira fase (pré-menopausa) até a diminuição de Estrogênio e progesterona na pós –menopausa, e estes níveis vão oscilar e podem provocar vários sinais e sintomas na mulher. Os efeitos das oscilações hormonais vão desde hemorragias , irregularidades de ciclo (pré-menopausa) até amenorréia(ausência de menstruação), esterilidade, ondas de calor(fogachos), sudorese
Assim podemos referir algumas das modificações que ocorrem na mulher como:
- FADIGA
- VISÃO (presbiopia)
- CABELOS (queda ou quebradiços)
- DENTES (facilidade de gendivites)
- OBESIDADE
- URETRA (facilidade de inf. Urinárias)
- MENSTRUAÇÃO (desde hemorragia até a ausência )
- FERTILIDADE ( da dificuldade a incapacidade de reproduzir)
- GENITAIS E MAMAS (atrofias)
- SEXUALIDADE ( esta poderá exacerbar ou diminuir)
- ALTERAÇÕES PSÍQUICAS (nervosismo, tendência a depressão)
É fundamental portanto prevenir que as modificações que possam aparecer transformem-se em sintomas de intensidade severa que alterem a qualidade de vida, assim qualquer que seja o tratamento indicado para o seu caso ele deve visar a QUALIDADE DE VIDA!!!!
Ciclo menstrual
Escrevendo sobre climatério percebi que não falei do ciclo menstrual então...
Assim se houver alguma alteração no seu ciclo menstrual procure seu ginecologista que poderá avaliar e lhe dar as melhores respostas...
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Climatério continuação...
Assim como o dia amanhece e anoitece e traz consigo todas as variações lindas e próprias de cada hora ... A vida tem etapas diversas com seus mistérios característicos de cada etapa conforme colocamos na postagem anterior.
O Climatério ocorre ENTRE 40 E 59 ANOS e a MENOPAUSA –ocorre em torno dos 48,1 anos (SP) e considera-se menopausa precoce antes dos 40 anos e menopausa tardia após os 50 anos.
continua...
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Climatério
Climatério 1
Atendendo o pedido de amigas... vou começar a abordar esta fase da vida...
Como vemos é apenas mais um degrau pelo qual temos que passar...
Não apenas do ponto de vista biológico, podemos dizer que o Climatério está para a puberdade assim com a menopausa(ultima menstruação) está para a menarca (primeira menstruação), mas também traçar paralelos com as crises psicológicas e sociais, embora estas com enfoques bem diferentes.
Enquanto na puberdade os hormônios estão alterados pelo inicio da resposta ovariana ao estímulo central e com isso estão em ebulição, no climatério estão alterados pelo fim da resposta ovariana , como eu costumo dizer ... os ovários também querem se aposentar...e assim os hormônios nesta fase encontram-se em produção desordenada.
segue...
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